Milhares de fiéis homenageiam Irmã Dulce em Salvador

Há 86 anos a jovem Maria Rita recebeu o hábito de freira e passou a se chamar Irmã Dulce, e 13 de agosto se tornou o dia dela, que vai ser canonizada Católicos fazem homenagens à irmã Dulce
Milhares de pessoas louvaram, nesta terça-feira (13), em Salvador, a brasileira que o Vaticano vai canonizar daqui a dois meses.
Os passos são em direção à imagem de Irmã Dulce. A aposentada Maria de Fátima foi pedir para que tudo corra bem na cirurgia de um irmão.
“Ela é uma santa que nunca desamparou ninguém; não é hoje que ela vai me desamparar”.
Diante do túmulo da freira, mãos se unem ou tocam a pedra. O comerciante Guilherme Lamounier chegou do interior de Minas Gerais.
“Eu tenho muito devoção com ela, muita fé. Então, meu maior sonho era vir para cá. Eu nem estou acreditando que eu estou realizando este sonho”.
Foi exatamente há 86 anos que a jovem Maria Rita recebeu o hábito de freira e passou a se chamar Irmã Dulce, e 13 de agosto virou o dia dela, o dia em que os devotos lotam o santuário para pedir, para agradecer e, em 2019, especialmente, para comemorar: daqui a dois meses Irmã Dulce será a santa Dulce dos Pobres.
A principal homenagem foi uma missa, celebrada pelo arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, dom Murilo Krieger.
“Irmã Dulce nos ensina que só o serviço ao próximo é que abre os nossos olhos e o nosso coração para aquilo que Deus fez por nós”.
Devotos emocionados e agradecidos. A estudante Aimée Gomes fez questão de comemorar o aniversário no santuário.
“Ela é minha santa, ela me curou quando eu era bebezinha”.
José Maurício Moreira também foi curado. Voltou a enxergar depois de anos. O Vaticano reconheceu o milagre e Irmã Dulce vai ser a primeira mulher nascida no Brasil a se tornar santa.
“A emoção de estar aqui hoje depois de tudo isso é gigantesca. Não tem como narrar. Por mais que eu te diga eu estou sentindo isso, isso, isso não é o suficiente”.

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